História do SENALE

Em função das profundas dificuldades que marcaram a organização do VII SENALE, que resultaram em um dia de atraso no início da programação e muito estresse para algumas das participantes que conseguiram chegar a Porto Velho até o dia 7 de maio, a Plenária de Abertura foi um momento importante para compartilhar as expectativas, entendimentos e acertar os acordos para a condução dos próximos quatro dias de trabalho.

DO LIMÃO, A LIMONADA

Todos os problemas com a logística desse SENALE resultam numa sutil mudança no perfil das presentes, com grande presença de ativistas vindas do Nordeste, com destaque para a comitiva de Pernambuco, com 20 integrantes, mais duas por chegar. Além disso, cerca de metade das lésbicas e mulheres bissexuais presentes está participando do SENALE pela primeira vez. Tudo isso contribui para uma maior presença de jovens e novas lideranças, transformando este num momento de formação política e oxigenação do movimento de lésbicas.

Com o objetivo de equalizar o conhecimento de todas sobre a história dos SENALES Rosângela Castro, ativista lésbica carioca, integrante do grupo Felipa de Souza e uma das organizadoras do I SENALE, realizado no Rio de Janeiro em 1996, fez um breve relato de como esse espaço vem sendo construído nos últimos 15 anos.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: