A moda na luta (continua) contra o HIV

Acontece hoje o encerramento do mês da moda na luta contra o HIV, aqui no Rio. Uma festa na boate 00 (zero zero), na Gávea, marca o fim do mês, na véspera do Dia Mundial de Luta contra a Aids e inclui a premiação da melhor vitrine participantes do movimento da Moda na Luta contra o HIV.

O ingresso para a festa, que começa às 20h, custa R$ 10. Tanto o valor dos ingressos quanto um percentual da consumação no bar serão revertidos para a Fundação Viva Cazuza.

COMPAREÇA!

E em Brasília, Ellen Oléria, acompanhada de Rodrigo Bezerra, Célio Maciel, Paula Zimbres e Felipe Viegas une forças com o SESI Cultural de Taguatinga Norte, na Luta contra a AIDS. É amanhã, dia 1° de dezembro, a partir das 20h. Para assistir ao show, leve 1kg de alimento não perecível. Toda a arrecadação irá para a instituição VIDA POSITIVA que cuida de crianças soropositivas.

Participem e divulguem aos seus contatos!

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BSB 23.11.2009

Lésbica ou mulher gay?

Nos últimos dias, uma discussão na LISTAGLS, um “yahoogrupo” dos mais populares entre pessoas LGBT, tem levantado o questionamento sobre como as mulheres que amam, gostam, se relacionam afetiva-sexualmente com mulheres preferem ser chamadas no dia-a-dia: Lésbica ou mulher Gay?

A maioria das pessoas que responderam ao questionamento são homens que se identificam como gays. Não fiquei muito satisfeita com as respostas, até porque as mulheres “em questã” não se manifestaram em grande quantidade – apenas duas responderam, frente a mais de 6 homens que responderam ao incômodo da companheira Dê. Então resolvi perguntar aqui.

Por favor, responda apenas se você for uma mulher. (Er… defina mulher? Enfim, você entendeu, né?)

SAIA DE SAIA! Protesto contra o linchamento de Geisy Arruda

Data: sexta feira 13 de novembro

Local: pelo Brasil

traje: saia(como quiser)

 

Pessoas Queridas,

 

Sinal de que há ainda muito por dizer, fazer, muito pouco do que as mulheres pretendem foi alcançado, no que diz respeito às mentalidades e representações. O feminismo ainda faz sentido, os espaços de liberdade não estão assegurados e nem ao menos sabemos como analisar esse fenômeno cíclico a que chamamos feminino, que vai e vem, que nos deu o voto e o direito à educação; a algumas deu o direito ao seu corpo, a outras a um pouco de dignidade ou à consciência de ser. E a todas talvez a única satisfação de reconhecer-nos numa experiência ao mesmo tempo diferente e comum de viver no feminino.

 

então, na sexta-feira 13 novembro de 2009

 

SAIA de SAIA…

 

… pra sair, sair da rotina, sair de casa, sair da casinha, pra vestir uma saia e dançar, pra sair como quiser!

Uni-Tali-Ban

análise informe publicitário uniban

do TwitPix

Manifesto do artigo feminino

Por Dê Jota, publicado no Dykerama.com

Cansei de Parêntesis!Eu, sujeita definida, podendo ser simples ou composta, cansei de ser excluída das especificidades e de me ver generalizada em “os” ou entre parêntesis. Essa generalização masculinizante é fruto e prova de uma construção sócio-cultural pensada por seres machos, e excludente.

Protesto contra a subutilização da forma feminina para construir discursos e rejeito a masculinização das mulheres a serviço da concisão textual. Ora, se “A pessoa”, substantivo feminino simples, variável em gênero número e grau é o instrumento discursivo que pode designar toda a humanidade, porque o termo generalizante largamente utilizado tem que ser “o homem”?

O ser humano pode ser substituido por a humanidade, mas a pessoa humana não abre precedente para uma construção frasal em que o homem seja o sujeito, sempre. Porque cargas d’água as pessoas continuam excluindo as presentes? “Boa noite a todos” não inclui as mulheres; mas se flexionamos para “boa noite a todas” estamos falando com todas as pessoas presentes.

Rejeito o gênero vacilante! Rejeito a uniformidade do comum de dois, do epiceno e do sobre comum. Respeitem a minha individualidade e não me generalizem em classes gramaticais. Quero um discurso inclusivo em todos os aspectos linguísticos e que venham a mim os substantivos biformes e os heterônimos. Venha a mim uma uniformidade que generalize o mundo das palavras para a forma feminina nos concretos, abstratos, comuns, próprios e coletivos. Quero a desinência de gênero feminina!

Cansei de viver entre parêntesis!

Flora Matos e Instituto

Vejam se minha irmão não é uma jóia, uma pérola, uma graça, gente!!!

Sou irmã coruja, mesmo, e assumo! Mas também, tem como não ser, com essa turma taletosa desse jeito?

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